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A Igreja Adventista do Sétimo Dia em Portugal encontra-se com as celebrações presenciais suspensas desde o dia 21 de janeiro, unindo-se ao esforço de toda a sociedade na contenção do número de novos contágios vividos em Portugal.

Foi assim que, nas últimas semanas, os templos não contaram com a presença física dos crentes, nem com o calor da união em louvor e em culto de adoração. No entanto, a Igreja não parou na sua missão, apoiando os mais necessitados, orando por alívio e transmitindo esperança, na ação dos seus Ministros do Culto e Oficiais locais, diretamente e pelos meios tecnológicos de cada comunidade e da Novo Tempo Portugal.

O tempo é ainda de grande dor e sofrimento na sociedade portuguesa, com números de contágio elevados, pressão nos estabelecimentos de saúde e limitações à circulação e atividades comerciais e sociais. Ainda assim, este esforço coletivo começa a dar sinais de melhoria das condições, que desejamos possa ser refletida cada vez mais rapidamente na diminuição no número de mortes, internados e novos casos. Todo este esforço, que condiciona a natureza de abertura e acolhimento da Igreja, tem como objetivo a proteção da vida e da saúde, verdadeiros dons de Deus.

Assim, nas presentes circunstâncias de gravidade da situação pandémica, a Igreja Adventista do Sétimo Dia em Portugal decidiu prolongar a suspensão de celebrações presenciais nas Igrejas do território nacional continental por um período adicional de quinze dias, até as 24 horas do dia 19 (sexta-feira). Nas ilhas dos arquipélagos dos Açores e da Madeira, e dado um maior controlo da situação pandémica e das deslocações, a decisão sobre a reabertura dos espaços de culto é deixada, desde já, ao critério das igrejas locais, segundo a análise de risco, de acordo com as orientações das autoridades e por voto do respetivo Conselho de Igreja.

Relembremos as palavras da epístola aos Hebreus: “Mantenhamos firmemente a nossa esperança, porque Deus é fiel e nada falhará ao que promete. Procuremos desenvolver entre nós o amor fraternal e estimulemo-nos a fazer o bem. Não descuidemos a nossa participação na comunidade dos crentes, como muitos fazem. Pelo contrário, animemo-nos uns aos outros, tanto mais que vemos aproximar-se o grande momento da sua segunda vinda.” (Hebreus 10:24 e 25, O Livro).

Este é o momento de estarmos próximos, mesmo que à distância. É tempo para demonstrar e aplicar cuidado amoroso com os que estão em sofrimento, pela doença, a solidão e a perda. Somos chamados a exercer fé e confiança em Deus, mantendo os laços de fraternidade cristã com as nossas comunidades e cumprindo o mandato evangélico de Jesus Cristo, como verdadeiros Discípulos da Esperança.

Dep. de Comunicação 2021 | Pr. António Amorim, Presidente da UPASD