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Batismos em Coimbra

O fim da manhã de 5 de setembro, Sábado, foi espiritualmente marcante aqui na Igreja de Coimbra, pelo facto de três almas terem descido às águas batismais.

Após um regular período de Estudos Bíblicos puderam dar este grande testemunho público de fé. Pertence-nos aqui referir e destacar que os Estudos foram realizados sob o especial cuidado e responsabilidade pastoral dos nossos queridos irmãos, Pr. Paulo Neves, Pr. Paulo Magalhães e pela Obreira Bíblica e Anciã, Irmã Mª. Del Cármen. 

A cerimónia batismal foi precedida de um solene culto de apresentação, bem fundamentado nas santas Escrituras, acerca do significado e da finalidade do batismo, e o desenvolvimento daquela santa hora esteve a cargo do ministro de culto, Pr. Paulo Neves. De forma muito bem elaborada e objetiva, relembrou-nos que o batismo (símbolo de sepultamento) é sempre um “sinal público de pessoal entrega”; de uma “aliança ou pacto com Deus”; de uma “circuncisão do coração” e, como resultado, uma “ressurreição para uma vida nova em Cristo Jesus”.

A leitura do voto batismal esteve ao cuidado do Pr. Paulo Magalhães que, face às firmes e ponderadas respostas de aceitação de cada uma das candidatas, apresentou os seus nomes que foram aprovados por unanimidade pela Assembleia presente, e aceites como membros da Igreja de pleno direito.

Os minutos sobre o meio-dia chegaram, e foi nessa altura que foi testemunhada a sua descida às águas do batistério da Igreja, pela seguinte ordem:  D. Madalena Freitas (de 90 anos de idade); a jovem Jucelina Nascimento, de Angola, e, por último, a D. Helena Duarte.

As destacadas irmãs foram, cada uma delas, generosamente contempladas com uma oferta de seis livros do Espírito de Profecia, entregues pela irmã Rute Esteves, secretária da Igreja, bem como os certificados de batismo, um memorial para as suas vidas espirituais. 

A irmã Mª. Del Cármen entregou um bonito ramo de flores a cada uma das nossas novas irmãs, agora no registo da mesma esperança e da mesma fé.

Os tempos são difíceis e começam a ser angustiosos, mas Deus tem homens e mulheres neste mundo que Ele deseja que conheçam a verdade na pessoa divina de Jesus Cristo para os salvar. Damos-Lhe graças e louvores, porque a porta da Sua misericórdia ainda está franqueada, a fim de muitos fazerem a sua derradeira e melhor escolha.

Os dias que correm são “outros”, e as nossas irmãs foram cumprimentadas e abraçadas “à distância”, conforme as instruções recebidas, para o bom nome da Igreja, e para o bem da sociedade à qual, juntamente, pertencemos.

HOPE Portugal | Ir. Carlos Santos - Diretor de Comunicação da IASD Coimbra