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Está em curso até ao dia 16 de agosto uma auscultação de opinião aos cidadãos europeus, promovida pela Comissão Europeia, relativamente à pertinência de manter ou não a alteração horária, em função do Inverno e do Verão.

 

Esta auscultação parte do pedido de Estados-membros e deputados ao Parlamento Europeu, que se baseiam nos benefícios de que essa mudança bianual deixe de existir para o mercado único e a vida das empresas e da sociedade.

 

Os fundamentos da discussão – pró e contra – pode ser seguida aqui: 

https://ec.europa.eu/info/consultations/2018-summertime-arrangements_en

 

Essa auscultação visa obter a opinião dos cidadãos europeus em duas questões:

  1. Deve a mudança bianual ser mantida ou não?

  2. Se for abolida, qual o horário que deve permanecer: o de Inverno ou o de Verão?

 

Embora esteja garantido, para já, que cada Estado-membro manterá o seu fuso horário, como é fácil de compreender, a decisão tem um impacto nos horários de pôr do Sol, por maioria de razão os de Sextas e Sábado, bem como na vivência profissional, pessoal e familiar. 

 

De qualquer das formas, tal uniformização seria mais um passo no princípio da harmonização europeia nos costumes, nomeadamente quanto a períodos de trabalho e de descanso.

 

Assim, sugerimos que a escolha recaia ou na não mudança ou, caso ela exista, na mudança mantendo o horário de Verão, o que faria com que, no Inverno, o Sol se poria às 18:15.

 

Através desta informação, pretende o Departamento de Liberdade Religiosa e Assuntos Públicos permitir a reflexão dos Adventistas do Sétimo Dia em Portugal e incentivar a sua participação no respetivo inquérito, influenciando – ainda que minimamente – a decisão que está a ser discutida e venha a ser tomada.

 

O inquérito pode ser respondido aqui: https://ec.europa.eu/eusurvey/runner/2018-summertime-arrangements

 

Dado a resposta ser nominal, não recomendamos comentários que possam identificar o interesse religioso da resposta.

Paulo Sérgio Macedo

Departamento de Liberdade Religiosa e Assuntos Públicos”