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Realizou-se, no fim-de-semana de 28 de fevereiro a 1 de março de 2015, na Quinta da Fonte Quente, na Tocha, o II Encontro Nacional da ADRA Portugal – que visa, anualmente, reunir a equipa da sede com os Coordenadores Regionais, os Delegados Locais e os Voluntários com o objetivo de passar diretrizes, dar formação e promover a partilha de experiências e boas práticas.

 

Para além da equipa da ADRA, estiveram presentes 74 voluntários com as mais diversas funções a nível regional e local.

Tendo como pano de fundo aprofundar a visão da Igreja Adventista do Sétimo Dia para a área social e discutir como mobilizar os crentes à ação, a ADRA teve o privilégio de contar com a especial participação do presidente da UPASD, o pastor António Rodrigues, que salientou que “a área social já faz parte da história e do nascimento da IASD não só em Portugal, mas também em todo o mundo”. O presidente conduziu os presentes a uma reflexão sobre o papel individual e coletivo dos adventistas no que toca à sua responsabilidade no alívio dos que se encontram em situações de vulnerabilidade, sublinhando que “a área social, o projeto da misericórdia, o projeto da compaixão precisam de ser cada vez mais incutidos no coração de cada membro da IASD, para depois serem colocados em prática junto dos seus amigos e da própria igreja”.

Depois de, no encontro do ano passado, se ter ministrado formação sobre como organizar localmente uma Delegação da ADRA, este ano transmitiu-se as linhas orientadoras sobre como dinamizar projetos sociais a nível local. Em pequenos grupos de trabalho, os presentes tiveram a oportunidade de experimentar, através de um exercício prático, como se esboça um projeto. Concluiu-se que, apesar de ser uma tarefa que à partida parece complicada e exigente para os que não têm muita experiência, com o apoio de diretivas específicas e o auxílio do escritório, todas as Delegações estarão em condições de delinear projetos interessantes e úteis às comunidades em que estão inseridas.

Numa época em que a gestão de recursos humanos, materiais e financeiros se impõe aos voluntários da ADRA como um desafio a superar, foi ainda ministrada, pela primeira vez, uma formação sobre como abordar doadores e parceiros. Sendo certo que a ADRA se distingue pela sua ação e presença ao longo de todo o território nacional, sublinhou-se a importância de divulgar aquilo que de melhor faz não só no país como a nível internacional, como forma de captar novas formas de subvenção.

 

Entre outros assuntos, falou-se ainda da organização da Campanha Nacional de Solidariedade para 2015, do andamento dos projetos além-fronteiras – sobretudo daqueles apoiados pelo escritório português – e ainda se partilharam algumas ideias relativas a aspirações dos voluntários da ADRA.

No final do Encontro sentiu-se que os participantes tinham o coração a transbordar de alegria pelo que já foi possível realizar até ao momento, nestes últimos anos, e pela satisfação de adquirir novas ferramentas de trabalho e de partilhar experiências com aqueles que quotidianamente lutam pelo mesmo objetivo: mudar o mundo, uma vida de cada vez! 

Ad7 Notícias | ADRA Portugal