LIÇÃO 7                     8 a 14 de Agosto de 2010

 

 

 

 

 

A Vitória Sobre o Pecado

 

 

 

[Sábado]   [Domingo]   [2ª.Feira]   [3ª.Feira]   [4ª.feira]   [5ª.feira]   [6ª.feira]

 

 

 

 

SÁBADO À TARDE

 

LEITURA PARA O ESTUDO DA SEMANA: Romanos 6; I João 1:8 a 2:1.

VERSO ÁUREO: "Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça." Romanos 6:14.

 

TENDO CONCLUÍDO A EXPLICAÇÃO SOBRE A JUSTIFICAÇÃO pela fé, sem as obras da lei, Paulo passa a responder à questão óbvia: Se as obras não nos podem salvar, então por que motivo nos devemos preocupar com elas? Que razão impede que simplesmente continuemos a pecar?

O capítulo 6 é a sua resposta a esta importante pergunta. O apóstolo abor­da aqui aquilo que vulgarmente se entende por "santificação", o processo pelo qual vencemos o pecado e reflectimos cada vez mais o carácter de Cristo. No entanto, a palavra santificação não aparece em parte nenhuma de Romanos. (A palavra santificada ocorre uma vez, em Romanos 15:16.)

Quer isto dizer que Paulo não tem nada a dizer sobre o que vulgarmente se entende por santificação? De modo nenhum. Ele simplesmente não se refere a ela por esse nome.

Na Bíblia, "santificar" significa "dedicar", normalmente a Deus. Por isso, ser santificado é muitas vezes apresentado como um acto passado já concluído. Por exemplo, "entre todos os santificados" (Actos 20:32). Os santificados nesta definição são aqueles que estão dedicados a Deus.

Contudo, esta aplicação bíblica de "santificar" de maneira nenhuma nega a importante doutrina da santificação, ou o facto de essa santificação ser obra de uma vida inteira. A Bíblia defende veementemente esta doutrina, mas normal­mente utiliza outros termos para a descrever.

Esta semana vamos ver um outro lado da salvação pela fé, um aspecto que pode facilmente ser mal compreendido, e esse lado é este: as promessas de vitória sobre o pecado na vida daquele que está salvo por Jesus.

 

 

DOMINGO, 8 de Agosto                 GRAÇA ABUNDANTE

 

 

Em Romanos 5:20, Paulo faz esta vigorosa declaração: "Onde o pecado abundou, superabundou a graça." O que ele estava a dizer era que, por muito pecado que haja ou por muito terríveis que sejam os resultados do pecado, a graça de Deus é suficiente para resolver tudo isso. Que esperança isso deve trazer a cada um de nós, sobretudo quando somos tentados a pensar que os nossos pecados são demasiado grandes para serem perdoados! No versículo seguinte, o apóstolo mostra que, em­bora o pecado tenha levado à morte, a graça de Deus, mediante Jesus, derrotou a morte e pode dar-nos a vida eterna.

 

Leia Romanos 6:1. Que lógica está Paulo a apresentar aqui, e de que modo, nos versículos que se seguem, responde ele a esse tipo de pensamento? Ro­manos 6:2-11.

 

O apóstolo Paulo segue uma interessante linha de argumentação neste capítulo 6 quanto à razão por que uma pessoa justificada não deve pecar. Para começar, diz que não devemos pecar, porque já morremos para o pecado. A seguir, explica o que quer dizer com isso.

A imersão nas águas do baptismo representa o sepultamento. O que é que é se­pultado? O "homem velho" do pecado, isto é, o corpo praticante do pecado, o corpo dominado ou governado pelo pecado. Em resultado disso, este "corpo do pecado" é destruído, de modo a não mais servirmos o pecado. Em Romanos 6 o pecado é personificado como um patrão que domina os seus servos. Logo que o "corpo do pecado, que servia o pecado, é destruído, cessa o domínio que o pecado tinha sobre ele. Aquele que ressurge da sepultura das águas vem como uma nova pessoa, que já não está ao serviço do pecado. Essa pessoa, homem ou mulher, anda agora em novidade de vida.

Cristo, ao morrer, morreu de uma vez por todas, mas agora está vivo para todo o sempre. A morte já não consegue ter mais domínio sobre Ele. Por isso, o cristão que é baptizado morreu para o pecado de uma vez por todas e nunca mais deve voltar a estar sob o seu domínio.

Naturalmente que, como qualquer cristão baptizado sabe, o pecado não desa­parece assim automaticamente da nossa vida logo que saímos da água. Não ser dominado pelo pecado não é a mesma coisa que não ter de lutar com ele. Temos de combater diariamente, momento a momento, para continuarmos a considerar-nos mortos para o pecado e vivos para Cristo. Embora as promessas de vitória existam, temos de as reclamar pela fé. Também temos de nos lembrar constantemente de que a graça de Deus superabunda, mesmo quando pecamos. Se assim não fosse, que esperança teria qualquer um de nós, mesmo depois de termos sido baptizados?

 

Qual tem sido a sua experiência pessoal com o poder do pecado na sua vida, mesmo depois do baptismo? Que escolhas faz que permitem ao pecado ter sobre si um poder que não devia ter, isso apesar de todas as promessas que temos na Bíblia de vitória sobre ele?

 

 

SEGUNDA, 9 de Agosto                O PECADO PERSONIFICADO

 

 

Que admoestação nos é feita em Romanos 6:12?

 

A palavra reine mostra que "o pecado" é aqui representado como um rei. A pa­lavra grega traduzida por "reine" significa, literalmente, "ser um rei" ou "agir como um rei". O pecado está mais do que disposto a assumir a realeza sobre o nosso corpo mortal e a impor-nos a forma de comportamento. Quando o apóstolo diz "não reine … o pecado", está a dizer que a pessoa justificada pode escolher impedir que o pecado se estabeleça como rei na sua vida. É aqui que entra em acção a força da vontade.

"O que precisas de compreender é a verdadeira força da vontade. Este é o po­der que governa na natureza humana, o poder da decisão ou da escolha. Tudo de­pende da acção correcta da vontade. Deus deu o poder de escolha aos homens; é seu dever exercitá-lo. Tu não podes mudar o teu coração, não podes por ti mesmo dar a Deus as tuas afeições; mas podes escolher servi-l’O. Podes dar-Lhe a tua vontade; Ele operará então em ti o querer e o efectuar, segundo a Sua boa vonta­de. Assim toda a tua natureza será colocada sob o controlo do Espírito de Cristo; as tuas afeições centralizar-se-ão n’Ele; os teus pensamentos harmonizar-se-ão com Ele." – Ellen G. White, Aos Pés de Cristo, p. 55 (edição P. A., 2001).

A palavra grega em Romanos 6:12 traduzida por "concupiscências" significa "desejos" (ou "inclinações"). Esses desejos podem ser tanto para coisas boas como para coisas más; quando o pecado reina, vai fazer-nos desejar as más. Os desejos serão fortes e mesmo irresistíveis se os combatermos sozinhos. O pecado pode ser um tirano cruel, que nunca se dá por satisfeito, mas que sempre volta para obter mais e mais. Unicamente pela fé, unicamente reclamando as promessas de vitória, podemos vencer este dominador impiedoso.

A palavra portanto neste versículo é importante. Faz a ligação com o que foi dito antes, especificamente com o que foi dito nos versículos 10 e 11. A pessoa baptizada vive agora "para Deus". Isto é, Deus é o centro da sua nova vida. Tal pessoa serve a Deus, faz o que agrada a Deus e, por conseguinte, não pode ao mesmo tempo servir ao pecado. Ela está "viva para Deus, em Cristo Jesus".

 

Recapitule a citação de Ellen G. White na secção de hoje. Repare como é crucial o conceito de liberdade de escolha. Como criaturas morais, temos de ter liberdade de escolha, o poder de escolher o bem e o mal, o certo e o errado, Cristo ou o mundo. Procure, nas próximas 24 horas, registar cons­cientemente a forma como usa a sua liberdade de escolha moral. Que lições consegue aprender sobre o uso, ou abuso, que dá a este dom sagrado?

 

 

TERÇA, 10 de Agosto                    DEBAIXO DA LEI?

 

 

Leia Romanos 6:14. Como se deve entender este texto? Significa que os Dez Mandamentos já não são vinculativos para nós? Se não, porquê?

 

Romanos 6:14 é uma das declarações-chave no livro de Romanos. E é uma das que mais ouvimos, normalmente citada no contexto de alguém que nos diz, a nós Adventistas do Sétimo Dia, que o Sábado foi abolido.

Contudo, obviamente não é isso o que o texto afirma. Como já foi perguntado antes, como é que seria possível a lei moral ser anulada e o pecado continuar a ser uma realidade, se é a lei moral que define o pecado? Se lêssemos tudo o que vem antes em Romanos, ou mesmo que fosse só o capítulo 6, seria difícil de per­ceber como é que, no meio de toda a argumentação sobre a realidade do pecado, Paulo se ia lembrar de repente de dizer: "Além disso, a lei moral, os Dez Manda­mentos, que é o que define o pecado, foi abolida." Isso não faria sentido nenhum.

O apóstolo estava a dizer aos Romanos que a pessoa que vive "debaixo da lei", isto é, sob o regime judaico tal como era praticado nos seus dias, com todas as suas regras e regulamentos de feitura humana, será regida pelo pecado. Em contrapartida, a pessoa que vive debaixo da graça alcançará a vitória sobre o pecado, porque a lei estará escrita no seu coração, e o Espírito de Deus poderá conduzir os seus passos. Aceitar Jesus Cristo como o Messias, ser justificado por Ele, ser baptizado na Sua morte, ter o "homem velho" destruído, nascer de novo para andar em novidade de vida – estas são as coisas que destronarão o pecado da nossa vida. Lembremo-nos de que este é todo o contexto em que surge este versículo, o contexto da promessa da vitória sobre o pecado.

Não devemos definir "debaixo da lei" de modo demasiado restrito. A pessoa que supostamente vive "debaixo da graça", mas que desobedece à lei de Deus não encontrará graça, mas condenação. "Debaixo da graça" significa que por meio da graça de Deus, como revelada em Jesus, a condenação que a lei ine­vitavelmente traz aos pecadores foi removida. Assim sendo, libertados agora desta condenação à morte produzida pela lei, vivemos em "novidade de vida", uma vida caracterizada e tornada manifesta por meio do facto de que, estando mortos para o eu, já não somos mais escravos do pecado.

 

Em que medida tem tido a experiência da realidade de uma nova vida em Cristo? Para que evidência tangível pode apontar a fim de revelar o que Cristo fez por si? Que áreas tem estado pessoalmente a recusar abando­nar, e por que razão é seu dever abandoná-las?

 

 

QUARTA, 11 de Agosto                 DOIS SENHORES EM CONFRONTO

 

 

Leia Romanos 6:16. Que ideia defende aqui o apóstolo Paulo? Que razão torna o seu argumento muito preto no branco neste texto? Isto é, ou é uma coisa ou é a outra, não há meio-termo. Que lição devemos retirar deste contraste tão claro?

 

O apóstolo volta mais uma vez à conclusão de que a nova vida de fé não con­cede liberdade para pecar. A vida de fé torna possível a vitória sobre o pecado; na realidade, é unicamente por meio da fé que podemos obter a vitória que nos é prometida.Tendo personificado o pecado como um rei que domina sobre os seus súbditos, Paulo volta agora à figura do pecado como um senhor, um patrão, que exige a obediência dos seus servos. O apóstolo salienta que a pessoa pode escolher o seu senhor. Pode servir o pecado, que conduz à morte, ou pode servir a justiça, que conduz à vida eterna. O apóstolo não nos deixa qualquer campo neutro no meio, ou qualquer espaço para compromissos. É um senhor ou o ou­tro, porque, no fim, estaremos perante a vida eterna ou a morte eterna.

 

Leia Romanos 6:17. De que maneira o apóstolo Paulo amplia aqui o que disse no versículo 16?

 

Repare como a obediência está associada à doutrina correcta, e isso é muito interessante. A palavra grega aqui traduzida por "doutrina" significa "ensino". Aos cristãos de Roma tinham sido ensinados os princípios da fé cristã, a que agora obedeciam. Assim sendo, para o apóstolo Paulo, a doutrina correcta, um ensino correcto, quando obedecidos "de coração", ajudaram os romanos a tornarem-se "servos da justiça" (v. 18). Por vezes ouvimos dizer que a doutrina não tem importância, desde que se manifeste amor. Isto é uma expressão muito simplista de uma coisa que não é assim tão simples. Como foi dito anteriormente na lição, Paulo estava muito preocupado com a falsa doutrina perante a qual a igreja da Galácia tinha sucumbido. Por isso, precisamos de ser cuidadosos com afirma­ções que de algum modo denigram a importância do ensino correcto.

 

Servos do pecado, servos da justiça: o contraste é muito rigoroso. Se, após o baptismo, pecamos, isso significa que não estamos verdadeiramen­te salvos? Leia I João 1:8 a 2:1. De que modo esses textos nos ajudam a compreender o que significa ser um seguidor de Cristo e, não obstante, estar sujeito a cair?

 

 

QUINTA, 12 de Agosto                   O FRUTO PARA SANTIFICAÇÃO

 

 

Tendo em mente o que estudámos até aqui em Romanos 6, leia o resto dos versículos (19 a 23). Resuma nas linhas abaixo o âmago do que Paulo está a dizer. Mais importante, pergunte a si mesmo/a como é que pode tornar real na sua vida as verdades essenciais que o apóstolo tem estado a tratar. Faça a si mesmo também a pergunta sobre quais as questões que aqui estão em causa.

 

As palavras do apóstolo aqui mostram que ele compreendia plenamente a natureza caída da humanidade. Ele fala da "fraqueza da vossa carne". A palavra grega para "fraqueza" significa também "debilidade". Ele sabia do que é capaz a natureza humana caída, quando abandonada a si mesma. Por isso, mais uma vez, ele apela ao poder da escolha, o poder que temos de escolher fazer a en­trega de nós mesmos e da nossa fraca carne ao novo senhor, Jesus, que nos capacitará a viver uma vida justa.

Romanos 6:23 é frequentemente citado para mostrar que o castigo do peca­do, isto é, da transgressão da lei, é a morte. É claro que o castigo do pecado é a morte. No entanto, além de ver a morte como o castigo do pecado, deve ver-se o pecado como Paulo o descreve em Romanos 6 – como um senhor dominador dos seus servos, ludibriando-os com o pagamento do salário da morte.

Repare-se também que, no desenvolvimento da figura dos dois senhores, o apóstolo chama a atenção para o facto de que o serviço a um senhor significa libertação do serviço ao outro. Mais uma vez, vemos como é clara a escolha: ou um ou o outro. Não há meio-termo. Ao mesmo tempo, como todos sabemos, estar livre do domínio do pecado não quer dizer estar isento de pecado, não sig­nifica que não nos esforcemos e que, por vezes, até não caiamos. Significa, isso sim, que já não somos dominados pelo pecado, por muito real que ele continue a ser na nossa vida e por muito que devamos diariamente reclamar as promessas de vitória sobre ele.

Desta forma, esta passagem torna-se um vigoroso apelo dirigido a qualquer um que esteja a servir o pecado. Este tirano não oferece nada senão a morte em paga da prática de coisas vergonhosas; por conseguinte, qualquer pessoa razoável deve ansiar a emancipação em relação a este tirano. Em contrapartida, aqueles que servem a justiça fazem coisas que são honestas e dignas de apre­ço, não com a ideia de ganhar dessa forma a salvação, mas como fruto da sua nova experiência. Quem actua numa tentativa de ganhar a salvação, está a per­der de vista todo o significado do evangelho, toda a noção do que é a salvação e toda a noção da razão por que precisa de Jesus.

 

 

SEXTA, 13 de Agosto

 

 

ESTUDO ADICIONAL: Leia de Ellen G. White, "Apoderar-se da Vitória", pp. 105, 106, em Mensagens aos Jovens; "O Verdadeiro Motivo no Serviço", pp. 93-95, em Pensa­mentos Sobre o Sermão da Montanha; "Apelo aos Jovens", p. 365, em Testemunhos para a Igreja, vol. 3; pp. 1074, 1075, em SDABC (Comentário Bíblico ASD), vol. 6.

"[Jesus] não pactuava com o pecado. Nem sequer num pensamento cedia à ten­tação. O mesmo se pode dar connosco. A humanidade de Cristo estava unida à divindade; estava preparado para o conflito mediante a presença interior do Espírito Santo. E veio para nos tornar participantes da natureza divina. Enquanto a Ele esti­vermos ligados pela fé, o pecado não mais terá domínio sobre nós. Deus toma-nos a mão da fé e leva-a a apoderar-se firmemente da divindade de Cristo, a fim de atin­girmos a perfeição de carácter." – Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 93 (Ed. P. SerVir).

"No nosso baptismo comprometemo-nos a quebrar toda a ligação com Satanás e os seus agentes e a colocar o coração, a mente e a alma ao serviço da ampliação do reino de Deus. ... O Pai, o Filho e o Espírito Santo estão comprometidos a cooperar com os meios humanos santificados." – Comentários de Ellen G. White, SDABC (Co­mentário Bíblico ASD), vol. 6, p. 1075.

"A profissão de Cristianismo sem a fé e obras correspondentes não vale nada. Ninguém pode servir a dois senhores. Os filhos do iníquo são servos do seu próprio senhor; a quem se entregaram como servos para obedecer, dele são servos, e não podem ser servos de Deus até que renunciem ao diabo e a todas as suas obras. Não pode ser inofensivo os servos do Rei celestial envolverem-se em prazer e divertimen­tos em que se envolvem os servos de Satanás, ainda que frequentemente repitam que tais divertimentos são inofensivos. Deus revelou verdades sagradas e santas para separar o Seu povo dos ímpios e para o purificar para Si mesmo. Os Adventistas do Sétimo Dia devem viver segundo a sua fé." – Ellen G. White, Testemunhos para a Igreja, vol. 1, p. 404.

 

PERGUNTAS PARA REFLEXÃO:

 

Embora todos tenhamos estas maravilhosas promessas de vitória so­bre o pecado, a verdade é que todos nós, até como cristãos nascidos de novo, estamos cientes de quão caídos estamos, de quão pecadores somos e de quão corruptos pode ser o nosso coração. Há nisto alguma contradição? Explique a sua resposta.

Dê testemunho na classe daquilo que Cristo realizou em si pessoalmen­te, das transformações por que passou e da nova vida que tem n’Ele.

Por muito importante que seja lembrarmo-nos sempre de que a nossa salvação depende unicamente daquilo que Cristo fez por nós, que perigos sur­gem se realçarmos excessivamente essa maravilhosa verdade em detrimento da outra parte da salvação: a daquilo que Jesus faz em nós, para nos transfor­mar à Sua imagem? Por que razão precisamos de compreender e realçar ambos estes aspectos da salvação?