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Cortesia de Roger Taer/MEU
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Os adventistas da região do Golfo esperam congregar-se no seu primeiro templo permanente até ao fim do ano, disseram os oficiais locais na cerimónia de lançamento da primeira pedra, realizada a 8 de Janeiro último.
Victor Harewood, líder da Igreja nos Emirados Árabes Unidos e em Omã, juntamente com 250 membros da igreja local reuniram-se no terreno em Ras Al Khaimah para o lançamento da primeira pedra, iniciando oficialmente os trabalhos de construção.
Ras Al Khaimah é um dos sete emirados que formam o país. O seu príncipe e governante, o xeque Saud Bin Saqr Al Qasimi, aprovou o projecto da igreja em 2008.
"[A iniciativa] concederá aos adventistas o registo e o reconhecimento oficiais, bem como condições para ter o seu próprio edifício", disse Rajee Mathew, director do projecto de construção.
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Cortesia de Roger Taer/MEU
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Anteriormente, os adventistas reuniam-se nos lares dos membros ou em espaços alugados de outras denominações cristãs.
Os oficiais da igreja esperam terminar a construção do edifício de três andares em 8 meses. No primeiro nível, funcionará um salão de cultos com capacidade para 500 pessoas.
O edifício servirá também como sede da Igreja Adventista do Sétimo Dia na região do Golfo, com espaço reservado para residências e escritórios para o pessoal administrativo, explicou Harewod. A região do Golfo compreende a Arábia Saudita, EAU, Kuwait, Qatar, Bahrein, Omã e Iémen.
"Estamos todos muito entusiasmados com este progresso e oramos para que este projecto marque o início de uma nova era para a Igreja nesta parte do mundo", afirmou Jóhann E. Jóhannsson, tesoureiro da Igreja na Divisão Transeuropeia, que administra a região do Golfo.
A Divisão Transeuropeia, a União do Médio Oriente e a sede mundial da Igreja ajudarão a financiar o projecto, estimado em 2,3 milhões de euros, com um custo adicional de 121.500 € para equipar as instalações.
Com o reconhecimento que o edifício concederá à Igreja Adventista na região do Golfo, os adventistas "serão finalmente capazes de organizar a obra da Igreja na região", disse Kjell Aune, presidente da Igreja na União do Médio Oriente.
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